Turquia será sede da FAI World Air Games 2020.

Na sede da FAI em Lausane na Suiça foi assinado o contrato para realização do World Air Games 2020 que terá como país sede a Turquia… Todos os esportes estarão divididos em várias cidades entre elas: Ankara, Antalya, Eskisehir, Efes – Selcuk, Ölüdeniz – Fethiye e Pammukale – Honaz.

b1beb77f-ee23-48eb-bb17-6ce6b7ac5f22 Membro FAI – Turquia, Kursat Atilgan e Frits Brink, Presidente da FAI.

Delegado FAI – CBVL Thomas Milko em reunião anual da CIVL – FAI em Portugal.

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Thomas Milko | Delegado FAI – CIVL Brasil – Nos próximos 4 dias na cidade do Porto (Portugal) estará nas reuniões do CIVL. A CIVL é a Comissão Internacional de Voo Livre, criada em 1975 que engloba as atividades de Asa Delta e Parapente dentro da FAI. Dentro da FAI existe mais 11 Comissões Esportivas como o CIVL, que cuidam de diversas outras atividades aéreas como balonismo, aeromodelismo, acrobacia, etc.

No CIVL temos hoje as seguintes subcomissões:

Parapente competição (race to goal), Asa Delta competição, Parapente pouso de precisão, Acrobacia. A reunião anual é aberta para todos países membros, onde são aprovadas as propostas de mudanças de regulamentos. Nos primeiros 2 dias as propostas já pré enviadas são discutidas por grupos de trabalho. Nos últimos 2 dias são feitas as votações do que foi aprovado pelos comitês no plenário. Além dos temas de regulamento tem as análises de propostas de campeonatos FAI 1, parte técnica de apuração, etc. Estamos com representatividade Brasileira dentro da FAI (CIVL).

Primeiro dia da reunião do CIVL

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De manhã tivemos a reunião dos Asiáticos, mas na prática só veio o delegado Japonês, Iraniano e representantes da China e Taiwan. Existe um problema no grande continente pois tem associações locais concorrendo com a FAI.

A reunião terminou mais cedo, conversei bastante com o Delegado alemão, que é o Presidente da poderosa DHV alemã. Conversamos sobre o assunto de segurança de vôo, e a filosofia deles é dar muito suporte aos 40.000 pilotos alemães que voam apenas por lazer sendo o grupo majoritário. Tem cursos, palestras, clínicas para os instrutores replicarem junto a toda comunidade. Os pilotos de competição são tratados a parte. Informei que ano passado foi recusado o acesso a base de dados Europeia de acidentes. E o delegado conhece pessoalmente o responsável pelo desenvolvimento do software usado por vários países da Europa, e irá investigar da possibilidade conseguirmos usar o mesmo sistema no Brasil. O delegado Português já demonstrou interesse em traduzirem para incluir o país luso no sistema, vou dar prosseguimento no assunto.

Creio que temos oportunidade de implementar o sistema IPPI na carteira FAI da CBVL a partir do ano que vem, como já fazem os Portugueses.

No plenário foi levantado o problema da carteira FAI não sendo exigida nos eventos FAI 2, e foi longamente discutido o assunto. Quando eu questionei o porque de ter uma regra que não pode ser cumprida. O Goran me deu uma longa resposta, dizendo que esta é a caixa de pandora (surpresas) da FAI, e que tem problemas com banco de dados falho. E vários países não emitem carteira para alguns pilotos, ou tem processos complicados. Já foi encomendado um sistema que irá mudar o sistema de campeonatos FAI 2, na relação NAC – Organizador – CIVL, que possibilitará uma checagem de dados automática.

Em campeonatos CAT 1 quem cuida da checagem das licenças é a própria FAI, nos eventos CAT 2 é responsabilidade do NAC de cada país.

Foi tirado o Francês da língua possível para briefing, ficando a opção língua local e inglês. Nós podemos nos eventos CAT 2 fazer o Briefing em Português e depois se houver necessidade em Inglês, perguntei isso. Também foi aceito que pilotos muito leves voando vela S podem voar com mais lastro que a regra atual, até atingir os 95kg, e com isso não precisarão mais voar com velas XS se não quiserem. 

Após conversa com várias pessoas, conseguimos apresentar oralmente a proposta de alteração do sistema WPRS para dar maior valor aos eventos fora da Europa. Tive que redigir a proposta do Brasil, que deverá ser aprovada na reunião plenária do sábado. Pode ser um bom avanço para nós.

@Thomas Milko

Delegado FAI – ABUL Paramotor, visita a Tailândia para assuntos da Equipe Brasileira de Paramotor e Paratrike no Mundial em Maio 2018.

O Delegado FAI – ABUL Paramotor  Ricardo Maciel, que está ministrando curso na Índia, reservou alguns dias para ida a Tailândia para checagem do local do Campeonato Mundial de Paramotor e Paratrike, além de assuntos burocráticos, logística e hospedagem da Equipe Brasileira no evento, todos os tópicos estão sendo tratados em reunião com o responsável o Sr. Nayot Kurukitkoson.

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Mais uma reunião na Tailândia dessa vez na Embaixada Brasileira, onde Ricardo Maciel “Caju” foi solicitar uma participação da comunidade brasileira durante os dias que estaremos na competição, desde o apoio no desembarque no aeroporto e o translado a cidade do evento.

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CAB suspende temporariamente a obrigatoriedade de emissão das licenças FAI para eventos esportivos Categoria 2.

A Comissão de Aerodesporto Brasileira (CAB), entidade nacional de representação e administração do desporto de todas as modalidades aerodesportivas, resolve, fundamentada no artigo 3º, incisos VI e VIII e artigo 37, inciso XXVI de seu Estatuto e dando cumprimento ao teor do artigo 57º, suspender até o próximo dia 31 de dezembro deste ano a obrigatoriedade da emissão de licenças FAI (Fédération Aéronautique Internationale) para eventos da Categoria 2.

A Categoria 2 compreende os eventos internacionais organizados por ou autorizados pela NAC do Brasil (National Air Sport Control do Brasil) que se trata da própria CAB. Estão entre os eventos Categoria 2, assinados pela Confederação Brasileira de Voo Livre (CBVL) a Copa Rio de Janeiro de Parapente – Etapa 1 que será realizado em Saquarema, Copa Rio de Janeiro de Parapente – Etapa 2 que será realizado em Porciúncula/RJ, ambos organizados pela Federação de Voo Livre do Rio de Janeiro; Campeonato Brasileiro de Parapente – Etapa 1 que será realizado em Formosa/GO, organizado pela Associação de Voo Livre de Brasília; Campeonato Brasileiro de Parapente – Etapa 2 que será realizado em Igrejinha/RS pelo Clube Serra Grande de Voo Livre; Campeonato Brasileiro de Asa Delta – Etapa 1 que será realizado em Governador Valadares/MG pela Associação de Voo Livre de Ibituruna, Campeonato Brasileiro de Asa Delta – Etapa 2, que será realizado em Brasília/DF organizado por Ricardo Ortega de Sousa; Campeonato Brasileiro de Asa Delta – Etapa 3, que será realizado em Andradas/MG por Ronaldo Visnardi e o Paragliding World Cup Brazil, que será realizado em Castelo/ES por Frank Brown.

De acordo com a presidente da CAB, Marina Kalousdian, pelas regras da FAI os participantes são obrigados a ter a licença, no entanto em outros países ela não é exigida. “O próprio presidente da Comissão Internacional de Voo Livre não exige essa licença para outros países, por isso fizemos uma consulta à FAI e a resposta foi que essa atribuição é do organizador e do NAC. Diante disso colocamos em votação a supressão de receita para emissão de licenças esportivas FAI para a categoria 2 de eventos. Das 7 entidades, somente 6 tiveram direito a voto já que uma entidade está inadimplente e, portanto não vota, tivemos 4 votos a favor da suspensão provisória do pagamento da licença, um voto contrário e uma abstenção”, explica a presidente da CAB lembrando que hoje o valor da licença é de R$ 270,00 pagos pelos atletas.

A obrigatoriedade da licença permanece para os eventos Categoria 1, como o Panamericano de Voo Livre no Brasil, para eventos em outros países e para os recordes.
A CAB também colocará em pauta na Assembleia Geral, marcada para o próximo mês de março, a revisão dos valores praticados pela entidade para a emissão da Licença Esportiva FAI.

NOTA DE PESAR

A Comissão de Aerodesporto Brasileira (CAB) lamenta profundamente o falecimento do piloto Augusto Pagliacci. Com mais de 4.500 horas de voo, das quais 1.000 horas somente de acrobacias, começou a voar em 1974 na cidade de Bragança Paulista. Em 1983 iniciou na acrobacia aérea e adquiriu sua primeira aeronave em 1989, um Pitts S2-B, em 1196 já estava voando em um Sukhoi SU-31.
Augusto Pagliacci foi presidente da ACRO durante 9 anos e foi durante a sua gestão que o DAC repassou cinco aeronaves super Decathlon que foram utilizadas para cursos de acrobacia em todo o Brasil. O piloto também participou de 22 campeonatos em Sebring, Campeonato Nacional em Fond Du Lac, sendo membro do Team Brasil em dois mundiais: Oklahoma (96) e Slovakia (98). Também foi Campeão Brasileiro nas Categorias Sportsman, Intermediate e Advanced.
Pagliacci contribuiu com a evolução do aerodesporto brasileiro.
Apresentamos à família nossas condolências nessa hora de pesar.

Marina Posch Kalousdian
Presidente da CAB

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