Mudança de Estatuto: o único beneficiário é o atleta

Na próxima sexta-feira, dia 29 de novembro, será realizada a Assembleia Geral Extraordinária (AGE) eletrônica para aprovação do novo estatuto. Mudança que buscamos para adequação à Lei de Incentivo ao Esporte, direito social estabelecido pela Constituição Brasileira que diz que é um dever do estado garantir o acesso dos atletas, não só do aerodesporto, mas de todas as modalidades, a programas de financiamento esportivo, instrumento legal de avanço e crescimento do esporte brasileiro.
A CAB vem discutindo as mudanças de forma ampla e transparente por meio de todos os dias filiadas que são ABUL, ACRO, COBRA, CBB, CBVL, CBPq e FBVV, sempre com a intenção de beneficiar os atletas. As mudanças têm como objetivos: captar recursos pela Lei do Incentivo ao Esporte para os atletas de ponta que representam o nosso país; captar recursos para auxílio na organização de eventos categoria 1 e 2 da FAI – Federação Aeronáutica Internacional; captar recursos para fomento técnico e educacional das modalidades; auxiliar no encaminhamento do bolsa-atleta, além de ter o reconhecimento pelo COB – Comitê Olímpico Brasileiro, para ampliar a gama de recursos aos atletas, uma vez que somente a CAB poderá ser reconhecida diretamente pelo COB, pois é ela que detém a filiação junto à FAI.
Durante o 2º Prêmio CAB estiveram presentes inúmeras autoridades, entre elas o General Décio Brasil, Secretário Especial do Esporte que falou justamente do apoio ao esporte brasileiro e que no momento acompanha os 7º Jogos Mundiais Militares que estão sendo realizados em Wuhan, na China. O Brasil está na 3ª colocação, atrás somente da China e Rússia. “Um detalhe nos chama atenção: 70% dos pódios conquistados nos Jogos Mundiais Militares foram conquistados por atletas que recebem apoio por meio do Bolsa Atleta. Será que sem apoio esses atletas conseguiriam participar dessa competição mundial”? indaga a presidente da CAB. Marina Kalousdian.
Hugo Parisi, ex-saltador, agora árbitro, destacou durante a competição o impacto do apoio governamental para o crescimento do esporte. “Hoje, se a gente não tem a ajuda do governo federal, eu diria que nossa modalidade praticamente iria acabar dentro do Brasil. Graças ao incentivo que o governo dá a gente vem crescendo”.
Por isso a CAB acredita que se todas as modalidades aerodesportivas encaminharem projetos bem elaborados ao Governo Federal, é possível sim, conseguir apoio financeiro para participar de mais competições, além de conseguir se inserir no bolsa atleta. “Estamos lutando para que todas as modalidades aerodesportivas conquistem recursos para eventos categoria 1 e 2 da FAI”, finaliza a presidente da CAB pedindo para que cada atleta discuta com a sua entidade filiada antes da votação.

 

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